O Fluminense em nenhum momento cogitou viajar e entrar em campo caso a final do Campeonato Carioca saísse do Maracanã. Além dos artigos do regulamento da competição e do regulamento geral da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), o Tricolor contava com negativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que impediu a presença de público na final da Supercopa do Brasil entre o mesmo Flamengo e o Palmeiras. Pessoas ligadas à direção do Flu utilizaram o termo “pressão tola” para descrever a tentativa do rival de ter público na decisão. Para os tricolores, os rubro-negros utilizaram mais uma vez tática parecida com a do presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores: tornar público um absurdo e, caso a repercussão não seja tão negativa, insistir.

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