Rogerio Ceni orienta jogadores do Flamengo durante treinamento no Ninho do Urubu (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

O Flamengo está invicto há 13 partidas: são oito vitórias e cinco empates. A equipe, que estreou com vitória no Brasileirão, só volta a campo no dia 10 de junho, diante do Coritiba, mas engana quem acredita que tudo é festa na Gávea. Para o treinador Rogério Ceni, esse tempo será essencial para se preparar para um problema do futuro: a Copa América.

O futebol no Brasil não vai parar e, na visão do treinador, a pausa de agora será crucial para trabalhar alternativas no elenco para que o time possa seguir atuando bem no período da competição entre seleções, que acontecerá entre 11 de junho até 10 de julho, coincidindo com nove rodadas do Campeonato Brasileiro.

— O nosso problema é a Copa América. Não temos tantas alternativas no elenco, afirmou. Ele citou como exemplo as mexidas que fez na partida diante do Palmeiras: entraram Vitinho e Michael nos lugares de Éverton Ribeiro e Arrascaeta, respectivamente. No período da Copa América, os dois já devem ser os titulares, uma vez que os substituídos devem estar junto das suas respectivas seleções.

Sendo assim, o período sem jogos será dividido de duas maneiras: serão dois dias de folga e outros oito de trabalho. E, nesse espaço de tempo de trabalho, Rogério já tem planejado o que fazer.

— Vamos trabalhar parte tática, parte física até e alternativas para jogar sem Éverton Ribeiro, sem Arrascaeta, sem Gabriel, sem o Isla, acredito eu por um bom tempo, analisou, citando os atletas convocados.

O comandante rubro-negro admite que pode passar “um certo sufoco” por conta do aperto no calendário e do elenco encurtado, mas ressalta que os dez dias serão muito importantes.

— Vamos usar esse tempo para trabalhar, sem dúvida nenhuma, para tentar melhorar, disse.

Retirado de: UOL

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