Lançada originalmente como uma bebida funcional de baixa caloria para curar ressaca, a One More está se reposicionando no universo dos e-sports.

A empresa, que tem a família Bauducco como investidora, acaba de fechar contrato de patrocinadora oficial do Flamengo Esports, divisão de games lançada pelo rubro-negro em 2017 e que compete nos jogos Free Fire e League of Legends.

A One More se junta a um time de marcas que vêm despertando para um esporte que movimenta US$ 1,5 bilhão no Brasil e atrai 67 milhões de jogadores: dentre elas a Next, marca digital do Bradesco, patrocinadora da equipe Fluxo, e o Itaú, que está patrocinando a Loud.

Em uma atividade em que as batalhas podem durar dias, o mercado de bebidas funcionais que prometem ajudar na concentração, fortalecer a vista e se manter acordado tem atraído novos players e novas fórmulas para além dos energéticos tradicionais Red Bull e Monsters. Algumas marcas são nativas do universo de games, como a americana G-Fuel, que é vendida na latinha ou em pó para ser diluído em água.

A One More é uma bebida pronta, mas diferentemente de Red Bull e Monsters e G Fuel, não tem cafeína. Sua receita é à base de colina — um nutriente que faz parte do complexo B e é associado à função cerebral de concentração e foco.

Fundada em 2016, por Felipe Paz e os irmãos Arthur Guimil e Victor Guimil, a One More começou a ser comercializado no Grupo Pão de Açúcar em 2019 e hoje está presente também nas redes de supermercados Sam’s Club, Makro, Mambo e St. Marche, em São Paulo.

Mas a One More não está sozinha dentre as marcas brasileiras que estão se posicionando no universo do e-sports. A Overlock, lançada no início do ano, também tem a sua formulação à base de colina, mas é vendida apenas na versão em pó.

— A parceria com o Flamengo Esports irá nos colocar em um novo patamar dentro do universo dos e-sports. Estamos falando de um dos principais times do Brasil em conhecimento de marca. A gente sempre mirou esse segmento, pois vai ao encontro com os diferenciais da One More, que é a questão da concentração, precisão e atenção — diz Arthur Guimil, que estima um crescimento de 10 vezes este ano.

Retirado de: O Globo

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