A Libertadores teve sorteados ontem os confrontos de oitavas de final, com o Flamengo tendo pela frente o Defensa y Justicia, da Argentina, o Internacional reencontrando o Olimpia, o Fluminense encarando o Cerro Porteño, o Atlético-MG contra o Boca Juniors, o São Paulo novamente contra o Racing e o Palmeiras com a Universidad Católica pelo caminho, em jogos que serão disputados apenas em julho.

Em sua participação no programa UOL News Esporte, com Domitila Becker, José Trajano analisa os confrontos envolvendo os clubes brasileiros e aponta como o maior beneficiado do sorteio nas oitavas de final o Palmeiras, embora com a possibilidade de encarar o rival São Paulo nas quartas de final.

“Eu acho que o Palmeiras pegou a maior moleza de todos. Qualquer coisa que o Flamengo pegasse, o Flamengo está bem, mas o Flamengo, o Galo, a gente pode analisar um a um e eu acho que o Palmeiras pegou a maior baba”, afirma Trajano.

“Ficou difícil para o São Paulo não primeiro enfrentar o Racing, a possibilidade de enfrentar o Palmeiras na sequência. É claro que o Racing chegou na frente do São Paulo, o São Paulo ficou em segundo lugar. Eu acho que São Paulo e Racing é um jogo que dá para passar, a expectativa minha em relação a esse cruzamento é um possível cruzamento do São Paulo com o Palmeiras na sequência”, completa.

Mas o jornalista aponta como favorito ao título novamente o Flamengo, mesmo que tenha de enfrentar um time treinado por Sebastian Beccacece, técnico que esteve no comando do Racing em 2020, quando o time de Rogério Ceni foi eliminado já nas oitavas de final.

“Se eu fosse analisar, o Flamengo passa e pega o Inter. O Flamengo tem tudo para ser campeão de novo. Esse negócio de prognóstico, mãe Dinah é difícil, depois vem um timezinho que a gente não está dando bola, correndo por fora, como se fosse uma corrida de cavalos, no turfe, e passa, vai ganhando, mas a tendência é o Flamengo indo, indo e indo”, diz Trajano.

Ele ainda destaca o Fluminense como uma boa surpresa na temporada e comenta o fato de o Atlético-MG ter feito a melhor campanha da fase de grupos e agora ter de enfrentar o Boca Juniors, um dos clubes mais tradicionais do continente.

“O Boca não é mais o Boca também. A Bombonera sem público, a Bombonera com público treme e a torcida inflama. O Boca não vem bem nos últimos tempos, mas é o prêmio, a melhor campanha dessa fase anterior e como grande prêmio você ganha o Boca pela frente. Que coisa, não adiantou nada ser melhor, não serviu para nada”, conclui.

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